"Do nosso ponto de vista, a situação está regressando para como era antes da guerra civil, ou seja, há um endereço real, alguém responsável e um poder centralizado", afirmou Lieberman.
O governo sírio está reestabelecendo seu controle no país, realizando operações militares contra jihadistas no sul da Síria.
Em julho, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, prometeu uma "resposta dura" a qualquer tentativa do exército sírio de entrar nas Colinas de Golã, que se tornaram uma zona desmilitarizada segundo o acordo de 1974 sobre a separação das tropas israelenses e sírias.
Ao mesmo tempo, ele esclareceu que não exclui "uma espécie de relações” entre Israel e a Síria, embora os dois países “estejam muito longe disso".
Israel se apropriou das Colinas de Golã na sequência da Guerra dos Seis Dias em 1967 e, mais tarde, anexou-as unilateralmente em 1981. Desde então, a soberania sobre a área tem sido tema de discussões sobre os direitos territoriais de Israel na região. Antes da guerra, a área pertencia à Síria e a ONU a considera como "território ocupado", enquanto Israel a define como "território disputado".