O novo balanço representa um acréscimo de 22 mortes e 487 casos em relação ao anterior, divulgado na sexta-feira (27).
No informe de ontem, as mortem somavam 92, com 3.417 casos confirmados.
Inicialmente, o ministério havia anunciado 111 mortes, mas depois o número foi alterado para 114, pois o governo do Ceará informou sobre mais três vítimas fatais.
Trata-se do segundo maior aumento diário de casos até agora no Brasil. Na sexta-feira, a alta em relação ao dia anterior tinha sido de 503 novos casos.
O estado com o maior número de casos é São Paulo, com 1.406, seguido pelo Rio de Janeiro, com 558. Dos 22 óbitos, 16 ocorreram em São Paulo, que já registra 84 mortes pelo coronavírus.
A taxa de letalidade da COVID-19, doença provocada pelo vírus, é de 2,8%.
569 pessoas estão internadas no país
Segundo o governo, 569 pessoas estão internadas com a enfermidade no país.
O Piauí registrou a primeira morte por COVID-19 no estado. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) confirmou neste sábado o falecimento de Antônio Nonato Lima Gomes, prefeito da cidade de São José do Divino.
Na coletiva em que apresentou os dados, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pediu esforços conjuntos para superar a crise.
"O SUS é um bicho de três patas. Para planejar dentro do SUS você precisa da União, dos estados e dos municípios. Essas três patinhas têm que ir todas na mesma direção. Se uma pata vai para outro lado, começa a girar ou ir para o lado", disse o ministro, segundo o portal UOL.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o isolamento da população para combater a disseminação do coronavírus, medida que vem sendo adotada por governadores e prefeitos do país. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, defende um isolamento vertical, apenas de idosos e grupos de risco, para não prejudicar a economia.