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Operação militar especial russa
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Reino Unido deverá dar armas de maior alcance e treinar pilotos ucranianos, diz mídia

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Armas (imagem de referência) - Sputnik Brasil, 1920, 08.02.2023
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O Reino Unido vai propor à Ucrânia armas com alcance mais longo, informou o canal britânico Sky News TV, citando uma declaração do gabinete do primeiro-ministro britânico Rishi Sunak.
"Sunak também proporá fornecer à Ucrânia armas com um alcance mais longo para quebrar a capacidade da Rússia de atacar constantemente a infraestrutura nacional civil e crítica da Ucrânia", diz o comunicado.
O novo pacote de ajuda também deve incluir o treinamento de pilotos ucranianos, o que seria uma forma de os preparar para operar aeronaves utilizadas pelos países da OTAN.
As Forças Armadas russas começaram a atacar a infraestrutura ucraniana em 10 de outubro, dois dias após o ataque terrorista à Ponte da Crimeia, que, segundo as autoridades russas, foi organizado pelos serviços secretos ucranianos. Os ataques são dirigidos às instalações de energia, da indústria de defesa, de comando militar e de comunicações. Desde então, os alertas de ataque aéreo têm sido declarados nas regiões ucranianas todos os dias, às vezes por todo o país.
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Anteriormente, a Rússia enviou uma nota aos países da OTAN sobre o fornecimento de armas à Ucrânia. O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, observou que qualquer carga que contenha armas para a Ucrânia será um alvo legítimo para a Rússia. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que os países da OTAN brincam com o fogo fornecendo armas à Ucrânia.
O porta-voz do presidente da Rússia, Dmitry Peskov, notou que o abastecimento à Ucrânia de armas do Ocidente não contribui para o sucesso das negociações russo-ucranianas e vai ter um efeito negativo. Lavrov disse que os EUA e a OTAN estão diretamente envolvidos no conflito na Ucrânia, "não só pelos fornecimentos de armas, mas também pelo treinamento de pessoal [...] nos territórios do Reino Unido, da Alemanha, da Itália e de outros países".
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