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Venezuela vai defender sua soberania e liberdade do ataque dos EUA, diz governo venezuelano 

© AP Photo / Ariana CubillosO presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante discurso em evento do governo, em novembro de 2025
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante discurso em evento do governo, em novembro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 03.01.2026
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A Venezuela rejeita, repudia e denuncia perante a comunidade internacional a gravíssima agressão militar perpetrada pelo governo dos Estados Unidos contra o território e a população venezuelanos, segundo comunicado oficial divulgado pelo governo. 
O documento aponta que tal ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente de seus artigos 1 e 2, que consagram o respeito à soberania, à igualdade jurídica dos Estados e à proibição do uso da força.

"Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, especialmente na América Latina e no Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas", ressalta o documento.

Segundo o comunicado, o objetivo desse ataque estadunidense é apoderar-se dos recursos estratégicos do país, como petróleo e minerais, e quebrar sua independência política pela força.
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No entanto, prossegue o texto, os EUA não conseguirão, pois o povo e seu governo legítimo permanecem firmes na defesa da soberania após mais de dois séculos.

Vale lembrar que, desde 1811, ano de sua independência, a Venezuela já venceu impérios, como em 1902, quando Cipriano Castro (ex-presidente do país de 1899 a 1908) repeliu bombardeios estrangeiros.

A Venezuela rejeita, repudia e denuncia perante a comunidade internacional a gravíssima agressão militar perpetrada pelo governo dos Estados Unidos contra o território e a população venezuelanos, segundo comunicado oficial divulgado pela presidência do país.
Além disso, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ativou os planos de defesa nacional, assinou um decreto de comoção interna para proteger as instituições e autorizar a luta armada, e ordenou a ativação do Comando para a Defesa Integral em todo o país.
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Ao mesmo tempo, é destacado que, em conformidade com o artigo 51 da Carta da ONU, o país reserva-se o direito à legítima defesa e convoca os povos da América Latina, do Caribe e do mundo para a solidariedade ativa.
Explosões ocorreram em Caracas, capital venezuelana. Segundo informações da mídia, os incidentes ocorreram por volta das 02h00, hora local (03h00, horário de Brasília).
De acordo com a agência Reuters, aviões estiveram circulando sobre a capital venezuelana, uma coluna de fumaça foi avistada e a área ao redor da base militar na parte sul da cidade ficou sem energia.
O ministro das Relações Exteriores do país relatou que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, assinou um decreto de estado de emergência em razão do ataque à Venezuela.
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