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EUA tentam expulsar China da América Latina, seguindo política tradicional, afirma analista
EUA tentam expulsar China da América Latina, seguindo política tradicional, afirma analista
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Independentemente de quem esteja no poder nos Estados Unidos, Washington sempre tenta deslocar a China da América Latina, afirmou à Sputnik o diretor do... 31.01.2026, Sputnik Brasil
2026-01-31T07:20-0300
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Segundo ele, a China continua sendo um ator de importância especial na América Latina e, embora as ações do presidente norte-americano Donald Trump tenham atrapalhado os negócios chineses com países latino-americanos, os EUA não conseguiram expulsar Pequim da região.Rozental acrescentou que a China é percebida pelos Estados Unidos como um concorrente sério, e que sua expulsão da América Latina constitui uma parte tradicional da política externa norte-americana. Segundo ele, para a cultura estratégica dos EUA, é fundamental afastar atores não regionais do Hemisfério Ocidental.O analista destacou ainda que Cuba, Venezuela e Nicarágua são vistos negativamente pelo establishment norte-americano porque esses países poderiam servir como um "trampolim" para a presença política e econômica na região por outros atores, incluindo a Rússia e a China.Rozental ressaltou que Trump teme a expansão da presença de outros Estados que competem com os Estados Unidos na América Latina e, por isso, busca enfraquecer Cuba, Venezuela e Nicarágua na região.O especialista concluiu que a China chegou à América Latina de forma séria e duradoura, sobretudo porque os países da região estão interessados na cooperação com Pequim, em suas tecnologias e investimentos. O pragmatismo político prevalece entre os líderes latino-americanos, acrescentou.Em 23 de janeiro, durante uma conversa telefônica com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o líder chinês Xi Jinping afirmou que a China está sempre pronta para ser uma boa amiga e parceira dos países da América Latina e do Caribe e para ajudar na construção de uma comunidade sino-latino-americana com futuro compartilhado.
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EUA tentam expulsar China da América Latina, seguindo política tradicional, afirma analista
Independentemente de quem esteja no poder nos Estados Unidos, Washington sempre tenta deslocar a China da América Latina, afirmou à Sputnik o diretor do Instituto da América Latina da Academia Russa de Ciências, Dmitry Rozental.
Segundo ele, a China continua sendo um ator de importância especial na América Latina e, embora as ações do presidente norte-americano Donald Trump tenham atrapalhado os negócios chineses com países latino-americanos, os EUA não conseguiram expulsar Pequim da região.
"Expulsar a China da América Latina é a diretriz de qualquer administração dos EUA, tanto republicana quanto democrata. Nesse sentido, há pleno consenso entre os dois partidos. O que muda são os métodos empregados, mas tanto republicanos quanto democratas defendem a expulsão de atores extrarregionais de seu entorno imediato", disse o especialista à agência.
Rozental acrescentou que a China é percebida pelos Estados Unidos
como um concorrente sério, e que sua expulsão da América Latina constitui uma parte tradicional da política externa norte-americana. Segundo ele, para a cultura estratégica dos EUA, é fundamental
afastar atores não regionais do Hemisfério Ocidental.O analista destacou ainda que Cuba, Venezuela e Nicarágua são vistos negativamente pelo establishment norte-americano porque esses países poderiam servir como um "trampolim" para a presença política e econômica na região por outros atores, incluindo a Rússia e a China.
Rozental ressaltou que Trump
teme a expansão da presença de outros Estados que competem com os Estados Unidos na América Latina e, por isso,
busca enfraquecer Cuba, Venezuela e Nicarágua na região.
O especialista concluiu que a China chegou à América Latina de forma séria e duradoura, sobretudo porque os países da região estão interessados na cooperação com Pequim, em suas tecnologias e investimentos. O pragmatismo político prevalece entre os líderes latino-americanos, acrescentou.
Em 23 de janeiro,
durante uma conversa telefônica com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o líder chinês Xi Jinping afirmou que a China está sempre pronta para ser
uma boa amiga e parceira dos países da América Latina e do Caribe e para ajudar na construção de uma comunidade sino-latino-americana com futuro compartilhado.
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