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Lula defende parceria com a China para o aumento de produção de vacinas

© Foto / Palácio do Planalto / Ricardo StuckertO presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (centro), durante visita ao Centro de Produção de Vacina contra a Dengue (PVD) do Instituto Butantan. São Paulo (SP), em fevereiro de 2026
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (centro), durante visita ao Centro de Produção de Vacina contra a Dengue (PVD) do Instituto Butantan. São Paulo (SP), em fevereiro de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 09.02.2026
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O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu nesta segunda-feira (9) a parceria com a China para a produção de vacinas durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo.
Segundo Lula, a união Brasília-Pequim não é um demérito para outros países, mas apenas um acordo mais vantajoso para o Brasil, que ainda precisa de ajuda estrangeira para produzir o número de doses necessárias para imunizar a população brasileira.
"Nós estamos escolhendo aquilo que é melhor para o nosso país. E se a China aceita fazer uma parceria conosco na produção de vacina e vai produzir a quantidade que, ainda, a gente não tem condição de produzir, por que não fazer um convênio com a China?"
Além do presidente Lula, participou do evento de lançamento da vacinação contra a dengue o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Neste primeiro momento, serão imunizados os profissionais de saúde da atenção primária de todo o país, segundo informações da Agência Brasil.
O imunizante foi desenvolvido com tecnologia 100% nacional, do Butantan, após mais de 15 anos de pesquisas financiadas pelo governo federal e pelo estado de São Paulo. Padilha, por sua vez, destacou que a vacina foi feita para salvar vidas, sem visar qualquer tipo de lucro.

"Cada vacina, cada medicamento, cada tecnologia, cada inovação que vem com a terapia celular vai tratar as pessoas no Brasil. E, cada vez mais, vai tratar no mundo, com um único interesse: salvar vidas e não só obter lucro a partir daquilo que produz."

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O Ministério da Saúde já adquiriu 3,9 milhões de doses para a vacinação de 1,2 milhão de trabalhadores que atuam na linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS). A ideia é que, conforme cheguem novas doses, a imunização seja ampliada para pessoas entre 15 a 59 anos, começando pelos mais velhos.
Para acelerar esse processo de obtenção de doses, o Brasil fez uma parceria de transferência de tecnologia para a chinesa WuXi Vaccines, o que pode aumentar a produção em até 30 vezes.
"Nós temos a obrigação de não desanimar, de fazer campanha, de falar na escola, os professores falarem, os pastores e padres falarem [nas igrejas], os políticos falarem, até que a gente convença as pessoas de que tomar vacina significa evitar a possibilidade de que, em algum momento, a natureza [os vírus e bactérias] possa atrapalhar a vida de uma pessoa."
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