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Nova datação joga luz sobre mistério de quem realmente habitou a China há 1,7 milhão de anos (FOTOS)
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A nova datação de três crânios do sítio arqueológico de Yunxian recua a presença do Homo erectus no leste asiático em cerca de 600 mil anos, para... 20.02.2026, Sputnik Brasil
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A revista aponta que os crânios de Yunxian foram datados usando um método diferente, pois estimativas anteriores, baseadas em fósseis de animais e em ressonância de spin eletrônico, produziram idades mais recentes.Segundo a matéria, ao medir a proporção desses isótopos em grãos de quartzo das mesmas camadas sedimentares, os cientistas podem determinar há quanto tempo o material está enterrado.Segundo o artigo, as descobertas recentes sugerem que um ancestral humano primitivo chegou à China central logo após seu surgimento na África, há cerca de 2 milhões de anos.Isso indica que o leste asiático foi habitado por essa espécie aproximadamente na mesma época que outros locais de migração primitiva conhecidos.No entanto, ainda existe uma lacuna significativa, pois as ferramentas de pedra descobertas em outras partes do país são até 600 mil anos mais antigas do que esses novos restos mortais.Essa discrepância levanta questões sobre qual espécie de hominídeo criou as ferramentas mais antigas e quando eles chegaram.A data revisada para os fósseis coloca a espécie no leste asiático mais cedo do que se acreditava anteriormente.Portanto, a revista conclui que, em última análise, são necessárias mais escavações para resolver a linha do tempo dessas antigas migrações humanas.
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Nova datação joga luz sobre mistério de quem realmente habitou a China há 1,7 milhão de anos (FOTOS)
A nova datação de três crânios do sítio arqueológico de Yunxian recua a presença do Homo erectus no leste asiático em cerca de 600 mil anos, para aproximadamente 1,77 milhão de anos atrás, escreve a revista Archaeology News.
A revista
aponta que os crânios de Yunxian foram datados usando um método diferente, pois estimativas anteriores, baseadas em fósseis de animais e em ressonância de spin eletrônico, produziram idades mais recentes.
Segundo a matéria, ao medir a proporção desses isótopos em grãos de quartzo das mesmas camadas sedimentares, os cientistas podem determinar há quanto tempo o material está enterrado.
"Os pesquisadores calcularam há quanto tempo o sedimento está enterrado. A datação por radiocarbono remonta a cerca de 50.000 anos. Essa técnica se estende a até 5 milhões de anos. Os resultados mostraram que o enterramento ocorreu há cerca de 1,77 milhão de anos", ressalta a publicação.
Segundo o artigo, as descobertas recentes sugerem que um ancestral
humano primitivo chegou à China central logo após seu surgimento na África, há cerca de 2 milhões de anos.
Isso indica que o leste asiático foi habitado por essa espécie aproximadamente na mesma época que outros locais de migração primitiva conhecidos.
No entanto, ainda existe uma lacuna significativa, pois as ferramentas de pedra descobertas em outras partes do país são até 600 mil anos mais antigas do que esses novos restos mortais.
Essa discrepância levanta questões sobre qual espécie de hominídeo criou as
ferramentas mais antigas e quando eles chegaram.
A data revisada para os fósseis coloca a espécie no leste asiático mais cedo do que se acreditava anteriormente.
Portanto, a revista conclui que, em última análise, são necessárias mais escavações para resolver a linha do tempo dessas antigas migrações humanas.
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