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Ucrânia não entrará na OTAN e deverá aceitar perda de Donbass nas negociações de paz, diz mídia
Ucrânia não entrará na OTAN e deverá aceitar perda de Donbass nas negociações de paz, diz mídia
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A Rússia não cederá Donbass no decorrer das negociações com o lado ucraniano sobre o encerramento do conflito na Ucrânia, escreve a revista The American... 22.02.2026, Sputnik Brasil
2026-02-22T05:47-0300
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A revista salienta que a Rússia continuará mantendo controle sobre Donbass devido à aspiração de proteger os russos que vivem na região.Além disso, a publicação destaca que Moscou considera inadmissível a adesão da Ucrânia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), pois busca impedir que a aliança se aproxime de suas fronteiras.Nesse contexto, o artigo lembra que a ameaça de expansão da OTAN foi uma das principais causas do início do conflito.Segundo a revista, a Ucrânia não entrará para a OTAN e deverá aceitar a perda de mais territórios após o início da operação militar especial da Rússia, em 2022.Portanto, o texto conclui que, em vez de recuperar as terras perdidas em 2014, o país enfrentará a necessidade de aceitar novas perdas territoriais.No final de janeiro e início de fevereiro, ocorreram em Abu Dhabi reuniões fechadas do grupo de trabalho sobre segurança, com a presença de representantes de Moscou, Kiev e Washington. Na ocasião, foram discutidas questões pendentes do plano de paz proposto pelos Estados Unidos. Após a segunda rodada, Rússia e Ucrânia trocaram prisioneiros de guerra na proporção de "157 por 157".Nos dias 17 e 18 de fevereiro, em Genebra, ocorreu a terceira rodada de negociações sobre a resolução pacífica. O chefe da delegação russa e assessor do presidente russo, Vladimir Medinsky, informou que as negociações foram difíceis, mas produtivas. Ele observou que uma nova reunião sobre a Ucrânia ocorrerá em breve.Segundo uma fonte da Sputnik, os representantes dos países não assinaram nenhum documento. Ainda não há detalhes concretos sobre o local e a data dos novos contatos, mas o diálogo continuará.
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Ucrânia não entrará na OTAN e deverá aceitar perda de Donbass nas negociações de paz, diz mídia
05:47 22.02.2026 (atualizado: 08:29 22.02.2026) A Rússia não cederá Donbass no decorrer das negociações com o lado ucraniano sobre o encerramento do conflito na Ucrânia, escreve a revista The American Conservative.
A revista
salienta que a Rússia continuará mantendo controle sobre Donbass devido à aspiração de proteger os russos que vivem na região.
"A Rússia não abrirá mão de sua reivindicação sobre Donbass – após as ameaças políticas à língua, religião, cultura e direitos dos russos étnicos, após o golpe de Maidan de 2014, apoiado pelos EUA, e após as crescentes ameaças militares a Donbass por parte de Kiev, e após a Europa trair os Acordos de Minsk, que visavam acalmar o conflito na região – a Rússia não abrirá mão de proteger os russos étnicos da região", ressalta a matéria.
Além disso, a publicação destaca que Moscou considera inadmissível a adesão da Ucrânia à
Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), pois busca impedir que a aliança se aproxime de suas fronteiras.
Nesse contexto, o artigo lembra que a ameaça de expansão da OTAN foi uma das principais causas do início do conflito.
Segundo a revista, a Ucrânia não entrará para a OTAN e deverá aceitar a perda de mais territórios após o início da
operação militar especial da Rússia, em 2022.
Portanto, o texto conclui que, em vez de recuperar as terras perdidas em 2014, o país enfrentará a necessidade de aceitar novas perdas territoriais.
No final de janeiro e início de fevereiro, ocorreram em
Abu Dhabi reuniões fechadas do grupo de trabalho sobre segurança, com a presença de representantes de Moscou, Kiev e Washington. Na ocasião, foram discutidas questões pendentes do plano de paz proposto pelos Estados Unidos. Após a segunda rodada,
Rússia e Ucrânia trocaram prisioneiros de guerra na proporção de "157 por 157".
Nos dias 17 e 18 de fevereiro, em Genebra, ocorreu a terceira rodada de negociações sobre a resolução pacífica. O chefe da delegação russa e assessor do presidente russo, Vladimir Medinsky, informou que as negociações foram difíceis, mas produtivas. Ele observou que uma nova reunião sobre a Ucrânia ocorrerá em breve.
Segundo uma fonte da Sputnik, os representantes dos países não assinaram nenhum documento. Ainda não há detalhes concretos sobre o local e a data dos novos contatos, mas o diálogo continuará.
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