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'Coalizão dos dispostos' a enviar tropas à Ucrânia reconhece que precisa permissão da Rússia, revela mídia
'Coalizão dos dispostos' a enviar tropas à Ucrânia reconhece que precisa permissão da Rússia, revela mídia
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Um número crescente de países da chamada "coalizão dos dispostos" admite em privado que o envio das suas forças de manutenção da paz para a Ucrânia depende da... 25.02.2026, Sputnik Brasil
2026-02-25T09:14-0300
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Os países da "coalizão dos dispostos", em uma reunião de líderes na terça-feira (24), confirmaram sua intenção de enviar tropas para a Ucrânia no âmbito das "garantias de segurança". Anteriormente, o vice-chefe do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, enfatizou que Moscou nunca e de forma alguma daria consentimento para a implantação de tropas da OTAN na Ucrânia, inclusive se fossem soldados da chamada "coalizão dos dispostos".De acordo com especialistas em defesa e diplomacia, isto significa que o plano anglo-francês para supostamente manter uma trégua poderia ser frustrado se o Kremlin estivesse disposto a isso. Segundo disse ao jornal uma fonte diplomática de alto nível, representantes dos países da coalizão disseram que enviariam tropas para a Ucrânia apenas se Moscou concordasse.De acordo com outra fonte diplomática, os países europeus efetivamente deram a Putin um poder de veto em relação aos planos de coalizão por causa das demandas de lhes proporcionar um lugar na mesa de negociações. Por sua vez, uma fonte do setor de defesa europeu chamou os planos para que as forças de paz sejam estacionadas na Ucrânia de "bastante hipotéticos".O presidente russo, Vladimir Putin, declarou anteriormente que não faz sentido uma presença militar estrangeira na Ucrânia após um possível acordo sobre uma paz sustentável. O líder russo também enfatizou que a Rússia consideraria quaisquer tropas em território ucraniano um alvo legítimo.
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tropas estrangeiras, ucrânia, otan, rússia, conflito ucraniano, tensão militar
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'Coalizão dos dispostos' a enviar tropas à Ucrânia reconhece que precisa permissão da Rússia, revela mídia
09:14 25.02.2026 (atualizado: 10:19 25.02.2026) Um número crescente de países da chamada "coalizão dos dispostos" admite em privado que o envio das suas forças de manutenção da paz para a Ucrânia depende da permissão do presidente russo, Vladimir Putin, o que poderia descarrilar os planos de Londres e Paris, relata o jornal The Telegraph com referência a fontes.
Os países da "coalizão dos dispostos", em uma reunião de líderes na terça-feira (24), confirmaram sua intenção de
enviar tropas para a Ucrânia no âmbito das "garantias de segurança". Anteriormente, o vice-chefe do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, enfatizou que Moscou nunca e de forma alguma daria consentimento para a
implantação de tropas da OTAN na Ucrânia, inclusive se fossem soldados da chamada "coalizão dos dispostos".
"Cada vez mais membros da chamada 'coalizão dos dispostos' admitiram que sua contribuição para esta missão depende da permissão do presidente russo", lê-se no artigo.
De acordo com especialistas em defesa e diplomacia, isto significa que o plano anglo-francês para supostamente manter uma trégua poderia ser frustrado se o Kremlin estivesse disposto a isso. Segundo disse ao jornal uma fonte diplomática de alto nível, representantes dos países da coalizão disseram que enviariam tropas para a Ucrânia apenas se Moscou concordasse.
"Se a Rússia disser 'nós não concordamos' e considerar essas tropas como alvos, então será preciso enviar forças de um tipo diferente [...]. Portanto, uma quantidade enorme de coisas depende do consentimento da Rússia", observou um interlocutor do Telegraph.
De acordo com outra fonte diplomática, os países europeus efetivamente deram a Putin um poder de veto em relação aos planos de coalizão por causa das demandas de lhes proporcionar um lugar na mesa de negociações. Por sua vez, uma fonte do setor de defesa europeu chamou os planos para que as forças de paz sejam estacionadas na Ucrânia de "bastante hipotéticos".
O presidente russo, Vladimir Putin, declarou anteriormente que não faz sentido uma
presença militar estrangeira na Ucrânia após um possível acordo sobre uma paz sustentável. O líder russo também enfatizou que a Rússia consideraria quaisquer tropas em território ucraniano um alvo legítimo.
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