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Países do Oriente Médio serão contra presença estadunidense na região após guerra no Irã, diz analista

© AP Photo / Darko BandicSoldado dos EUA em veículo de combate em base militar dos EUA em local não revelado do nordeste da Síria, em 11 de novembro de 2019
Soldado dos EUA em veículo de combate em base militar dos EUA em local não revelado do nordeste da Síria, em 11 de novembro de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 05.03.2026
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O Irã provavelmente resistirá ao conflito e os Estados Unidos acabarão deixando a região do Oriente Médio, opinou o ex-assessor do Pentágono e coronel aposentado Douglas Macgregor no YouTube.
Macgregor destacou que, hoje em dia, o mundo está assistindo ao início de uma longa guerra regional.

"Essa emergência, causada pela guerra no golfo Pérsico, afeta a Índia, o nordeste da Ásia, a Turquia e a Europa. De fato, o mundo inteiro agora está focado nesse conflito", ressaltou.

Segundo o analista, o dólar estadunidense está perdendo força, o que, do ponto de vista econômico, é uma catástrofe e, em termos financeiros, um desastre para os Estados Unidos.
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Nesse contexto, ele salientou que o processo levará mais tempo, mas, gradualmente, a situação só tenderá piorando para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo, Macgregor expressou confiança de que os países do golfo Pérsico se oporão aos EUA, forçando os norte-americanos a deixarem a região.

"Quanto mais dura a guerra, mais fracos os EUA e Israel parecem, e mais forte o Irã parece. E acho que o Irã vai sobreviver", acrescentou.

De acordo com o especialista, os Estados Unidos estão em um verdadeiro impasse no Oriente Médio e acabarão sendo expulsos da região.
No Iraque, por exemplo, os xiitas estão se erguendo, e as autoridades do país exigem que os EUA deixem o território, o que forçará os americanos a saírem.
Portanto, o analista concluiu que, para os EUA, isso se transformará em um desastre iminente, já que os países do Golfo não desejariam a presença de bases militares estadunidenses perto de seus portos, aeroportos ou outras instalações.
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No dia 28 de fevereiro de 2026, os Estados Unidos e Israel iniciaram uma operação militar em larga escala contra o Irã. Em Tel Aviv foi declarado que o objetivo dos ataques era impedir que Teerã obtivesse armas nucleares. Por sua vez, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou sua intenção de destruir a frota e a indústria de defesa iranianas, além de exortar os cidadãos do país a derrubar o regime.
No dia 1º de março de 2026, a televisão iraniana anunciou a morte do líder supremo Ali Khamenei. A filha, o genro, a neta e a nora do aiatolá também foram vítimas dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.
De acordo com relatos da imprensa, os mísseis atingiram não apenas instalações militares, mas também infraestruturas civis na República Islâmica do Irã e em outros países da região. Teerã respondeu atacando o território israelense, bem como bases norte-americanas no Oriente Médio.
A Rússia afirmou que a operação de Washington e Tel Aviv não está relacionada à preservação do regime de não proliferação de armas nucleares e exigiu o retorno às negociações. O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, enfatizou que Moscou está pronta para ajudar na resolução da crise, inclusive no Conselho de Segurança da ONU.
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