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União Europeia mergulhará na crise energética se não afrouxar sanções contra Rússia, diz economista
União Europeia mergulhará na crise energética se não afrouxar sanções contra Rússia, diz economista
Sputnik Brasil
Os países da UE estarão a caminho de outra crise energética se, tal como os EUA, não afrouxarem as sanções ao petróleo russo, mas todas as suas declarações e... 15.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-15T03:34-0300
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As autoridades dos EUA estão a tentar fazer baixar os preços do petróleo, que dispararam devido ao ataque dos EUA e de Israel contra o Irão. Na noite de sexta-feira (13), o Tesouro dos EUA autorizou a compra de petróleo russo e derivados carregados em navios em 12 de março. A medida é válida até 11 de abril. O cancelamento das sanções afetará 100 milhões de barris.De acordo com o especialista, é improvável que a UE siga os EUA na questão do afrouxamento das sanções.A escalada das agressões por parte dos EUA e de Israel no Irã elevou os preços da energia em praticamente todas as partes do mundo e causou interrupções no fornecimento devido à instabilidade no estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica para o comércio global de petróleo.
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União Europeia mergulhará na crise energética se não afrouxar sanções contra Rússia, diz economista
Os países da UE estarão a caminho de outra crise energética se, tal como os EUA, não afrouxarem as sanções ao petróleo russo, mas todas as suas declarações e ações indicam que não tomarão tal decisão, opinou à Sputnik doutor em economia Igbal Guliev.
As autoridades dos EUA estão a tentar fazer
baixar os preços do petróleo, que dispararam devido ao ataque dos EUA e de Israel contra o Irão. Na noite de sexta-feira (13), o Tesouro dos EUA autorizou a compra de petróleo russo e derivados carregados em navios em 12 de março. A medida é válida até 11 de abril. O cancelamento das sanções afetará 100 milhões de barris.
"Bruxelas não vê que é tempo para afrouxar, embora, se não o fizerem agora, estarão imersos a grande velocidade em uma nova crise energética da Europa", disse Guliev.
De acordo com o especialista, é improvável que a UE siga os EUA na questão do afrouxamento das sanções.
"Eles já discutiram a questão e rejeitaram um afrouxamento das sanções contra a Rússia. Eles enfatizam a prioridade da navegação no estreito de Ormuz, ainda falam sobre o teto de preços. É muito engraçado falar sobre isso atualmente. E eles ainda falam sobre a limitação das receitas de Moscou", observou o interlocutor da agência.
A escalada das agressões por parte dos EUA e de Israel no Irã elevou os preços da energia em praticamente todas as partes do mundo e causou interrupções no fornecimento devido à
instabilidade no estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica para o comércio global de petróleo.
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