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'Apostas altas': pesquisadora prevê que as próximas semanas vão revelar resultados do conflito no Oriente Médio
'Apostas altas': pesquisadora prevê que as próximas semanas vão revelar resultados do conflito no Oriente Médio
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O Irã, Israel e os EUA fizeram "grandes apostas" no conflito e as próximas semanas já mostrarão os resultados desse "jogo", disse à Sputnik pesquisadora sênior... 20.03.2026, Sputnik Brasil
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Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã, e foram relatadas vítimas civis e destruições. O Irã retalia contra território israelense, bem como alvos militares dos EUA na região do Oriente Médio.Segundo a especialista, para o Irã a luta que ele está conduzindo é uma questão de sobrevivência física da liderança e das forças de segurança do país, que compreendem um grande número de pessoas.Para o premiê israelense Benjamin Netanyahu essa questão também é importante, porque o povo de Israel está agora unido em torno dele e do seu partido, mas se o fracasso na frente militar ocorrer, as acusações da oposição podem levar a consequências tristes, explicou a pesquisadora.Mais cedo, um porta-voz da Casa Branca disse à Reuters que a visita de Trump à China seria de 31 de março a 2 de abril. Mas, mais tarde, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse aos repórteres que a viagem poderia ser adiada devido à contínua escalada no Oriente Médio. As datas ainda são indeterminadas neste momento.
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'Apostas altas': pesquisadora prevê que as próximas semanas vão revelar resultados do conflito no Oriente Médio
O Irã, Israel e os EUA fizeram "grandes apostas" no conflito e as próximas semanas já mostrarão os resultados desse "jogo", disse à Sputnik pesquisadora sênior no Centro de Estudos do Oriente Médio do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia Irina Fyodorova.
Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel começaram a
atacar alvos no Irã, incluindo Teerã, e foram relatadas vítimas civis e destruições. O Irã retalia contra território israelense, bem como alvos militares dos EUA na região do Oriente Médio.
"Nesta fase atual, vemos que as apostas são muito altas para cada uma das partes envolvidas, e as próximas semanas mostrarão se os diplomatas podem evitar um desastre ou se o mundo está à beira de outra grande guerra", disse Fyodorova.
Segundo a especialista, para o Irã a luta que ele está conduzindo é uma questão de sobrevivência física da liderança e das forças de segurança do país, que compreendem um grande número de pessoas.
Para o premiê israelense Benjamin Netanyahu essa questão também é importante, porque o povo de Israel está agora unido em torno dele e do seu partido, mas se o fracasso na frente militar ocorrer, as acusações da oposição podem levar a consequências tristes, explicou a pesquisadora.
"Para [o presidente dos EUA, Donald] Trump, retirar-se do Irã neste momento e anunciar que ganhou vai se refletir sobre sua popularidade tanto dentro do país como no exterior. Se ele parar sua ação militar agora, ele perderá uma certa parte do ranking antes das eleições para o Congresso de meio de mandato. E, claro, a China está a acompanhar de muito perto os acontecimentos no Irã antes da visita de Trump. Na ausência de um verdadeiro sucesso para Trump, a posição de Pequim durante as negociações será extremamente forte", concluiu ela.
Mais cedo, um porta-voz da Casa Branca disse à Reuters que a visita de Trump à China seria de 31 de março a 2 de abril. Mas, mais tarde, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse aos repórteres que a viagem poderia ser adiada devido à
contínua escalada no Oriente Médio. As datas ainda são indeterminadas neste momento.
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