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EUA travam guerra com Irã sem estratégia viável e se tornam fracos perante Rússia e China, diz mídia
EUA travam guerra com Irã sem estratégia viável e se tornam fracos perante Rússia e China, diz mídia
Sputnik Brasil
Apesar da retórica da administração do presidente estadunidense, Donald Trump, a guerra contra o Irã carece de uma estratégia viável, capaz de alcançar... 29.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-29T08:09-0300
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A revista aponta que uma hipotética derrota do Irã não enfraquecerá sua determinação em enfrentar os Estados Unidos nem eliminará a ameaça aos seus interesses.Tal desfecho criará em Washington apenas a ilusão de um sucesso passageiro e reforçará a vontade de Teerã e do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) de retaliar.Segundo a publicação, a guerra dos EUA contra o Irã causou danos às Forças Armadas do Irã, mas não alcançou seus objetivos a um custo aceitável.Apesar dos intensos bombardeios, não foi possível eliminar totalmente a capacidade do Irã de desenvolver armas nucleares e mísseis sem uma invasão terrestre, o que não é viável nem politicamente aceitável.Ao mesmo tempo, é apontado que a agressão estadunidense apenas aprofunda a unidade nacional iraniana e o desejo de vingança, garantindo que o conflito se torne cíclico e sem fim à vista.Essas guerras esgotaram os recursos dos EUA, minaram sua credibilidade e tornam Washington mais vulnerável perante a concorrência com a Rússia, China e Coreia do Norte.Portanto, a revista conclui que o conflito intensificou a vontade de Teerã de retaliar, deixando os Estados Unidos em uma situação pior, tanto estrategicamente quanto moralmente.No dia 28 de fevereiro, os EUA e Israel iniciaram uma série de ataques contra alvos no território iraniano, incluindo Teerã, causando destruição e mortes de civis.O Irã vem realizando ataques de retaliação contra o território israelense, bem como contra instalações militares dos EUA no Oriente Médio.
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EUA travam guerra com Irã sem estratégia viável e se tornam fracos perante Rússia e China, diz mídia
Apesar da retórica da administração do presidente estadunidense, Donald Trump, a guerra contra o Irã carece de uma estratégia viável, capaz de alcançar objetivos políticos sem causar perdas morais e materiais inaceitáveis aos EUA, escreve a revista Foreign Affairs.
A revista
aponta que uma hipotética derrota do Irã não enfraquecerá sua determinação em enfrentar os Estados Unidos nem eliminará a ameaça aos seus interesses.
Tal desfecho criará em Washington apenas a ilusão de um sucesso passageiro e reforçará a vontade de Teerã e do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) de retaliar.
"O ataque norte-americano não só não conseguiu provocar uma revolta popular liberal que derrubasse os aiatolás e o IRGC, como também gerou um governo iraniano ainda mais hostil. Na verdade, ele teve o efeito contrário, gerando um governo iraniano ainda mais hostil do que aquele que havia sido derrubado", ressalta a matéria.
Segundo a publicação, a guerra dos EUA contra o Irã causou danos às Forças Armadas do Irã, mas não alcançou seus objetivos a um custo aceitável.
Apesar dos intensos bombardeios, não foi possível eliminar totalmente a capacidade do Irã de desenvolver
armas nucleares e mísseis sem uma invasão terrestre, o que não é viável nem politicamente aceitável.
Ao mesmo tempo, é apontado que a agressão estadunidense apenas aprofunda a unidade nacional iraniana e o desejo de vingança, garantindo que o conflito se torne cíclico e sem fim à vista.
Essas guerras esgotaram os recursos dos EUA, minaram sua credibilidade e tornam Washington mais vulnerável perante a concorrência com a Rússia, China e Coreia do Norte.
Portanto, a revista conclui que o conflito intensificou a vontade de Teerã de retaliar, deixando os
Estados Unidos em uma situação pior, tanto estrategicamente quanto moralmente.
No dia 28 de fevereiro, os EUA e Israel iniciaram uma série de ataques contra alvos no território iraniano, incluindo Teerã, causando destruição e mortes de civis.
O Irã vem realizando ataques de retaliação contra o território israelense, bem como contra instalações militares dos EUA no Oriente Médio.
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