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PL pede ao STF que presidente da ALERJ seja governador-tampão do RJ
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O Partido Liberal (PL) solicitou nesta segunda-feira (30) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o futuro presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio... 30.03.2026, Sputnik Brasil
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O presidente do STF, ministro Edson Fachin, marcou para 8 de abril o julgamento das ações que discutem o modelo da eleição para o mandato-tampão para governador do estado fluminense. O Supremo suspendeu o julgamento que vai decidir se as eleições para o mandato-tampão de governador serão realizadas de forma direta, com voto popular, ou indireta, por meio dos votos dos deputados da ALERJ.O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, ficará no cargo até a Corte decidir a questão. O caso será julgado no dia 8 de abril.O PL argumenta que como o cargo de presidente da ALERJ está na linha sucessória estadual, o estado deve ser governado pelo presidente da assembleia, diante da ausência do governador e vice. A realização de uma nova eleição para o comando da Casa está prevista para esta semana.Na semana passada, a ALERJ elegeu o deputado Douglas Ruas (PL) para a presidência da Casa, mas o TJRJ entendeu que o processo eleitoral da assembleia só pode ocorrer após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) retotalizar os votos que foram recebidos pelo deputado Rodrigo Bacellar, que perdeu o mandato ao ser condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) juntamente com o ex-governador Cláudio Castro, com inelegibilidade até 2030. Eles foram condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022 no escândalo da "folha secreta de pagamento".Com a cassação do ex-presidente da Casa, Rodrigo Bacellar, os 97.822 mil votos obtidos por ele foram anulados, o que força um novo cálculo para redefinir a distribuição de cadeiras no Legislativo fluminense, alterando a composição da ALERJ.O ex-vice-governador Thiago Pampolha também deixou o cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ).Bacellar estava licenciado da ALERJ desde 10 de dezembro passado e ficou uma semana preso por outro caso, envolvendo o favorecimento do então deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva — mais conhecido como TH Joias —, acusado de manter ligações com a facção Comando Vermelho (CV). Eles se valeram dos cargos para obstruir a Justiça e proteger interesses ligados ao grupo criminoso.
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PL pede ao STF que presidente da ALERJ seja governador-tampão do RJ
19:33 30.03.2026 (atualizado: 20:08 30.03.2026) O Partido Liberal (PL) solicitou nesta segunda-feira (30) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o futuro presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) seja o governador interino do Rio de Janeiro.
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, marcou para 8 de abril o julgamento das ações que discutem o modelo da eleição para o mandato-tampão para governador do estado fluminense.
O Supremo suspendeu o julgamento que vai decidir se as eleições para o mandato-tampão de governador serão realizadas de forma direta, com voto popular, ou indireta, por meio dos votos dos deputados da ALERJ.
O presidente do
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, ficará no cargo até a Corte decidir a questão. O caso será julgado no dia 8 de abril.
O PL argumenta que como o cargo de presidente da ALERJ está na linha sucessória estadual, o estado deve ser governado pelo presidente da assembleia, diante da ausência do governador e vice. A realização de uma nova eleição para o comando da Casa está prevista para esta semana.
Na semana passada, a ALERJ elegeu o
deputado Douglas Ruas (PL) para a presidência da Casa, mas o TJRJ entendeu que o processo eleitoral da assembleia só pode ocorrer após o
Tribunal Regional Eleitoral (TRE) retotalizar os votos que foram recebidos pelo deputado Rodrigo Bacellar, que perdeu o mandato ao ser condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) juntamente com o ex-governador Cláudio Castro,
com inelegibilidade até 2030. Eles foram condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022 no escândalo da
"folha secreta de pagamento".
Com a
cassação do ex-presidente da Casa, Rodrigo Bacellar, os 97.822 mil votos obtidos por ele foram anulados, o que
força um novo cálculo para redefinir a distribuição de cadeiras no Legislativo fluminense, alterando a composição da ALERJ.
O ex-vice-governador Thiago Pampolha também deixou o cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ).
Bacellar estava
licenciado da ALERJ desde 10 de dezembro passado e
ficou uma semana preso por outro caso, envolvendo o favorecimento do então deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva — mais conhecido como TH Joias —, acusado de manter ligações com a facção
Comando Vermelho (CV). Eles se valeram dos cargos para obstruir a Justiça e proteger interesses ligados ao grupo criminoso.
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