Bases dos EUA sofreram danos mais graves em ataques do Irã do que divulgado, revela mídia
Bases dos EUA sofreram danos mais graves em ataques do Irã do que divulgado, revela mídia
Sputnik Brasil
Os danos causados a bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo Pérsico por ataques iranianos são mais graves do que foi divulgado publicamente... 25.04.2026, Sputnik Brasil
Segundo a reportagem, os custos de reparo devem chegar a bilhões de dólares. As ofensivas atingiram depósitos, centros de comando, radares, hangares e aeronaves, em alguns casos forçando a evacuação de tropas e familiares.Mais cedo, a emissora norte-americana informou ainda que Ocidente acredita que a posição do governo iraniano é agora mais estável do que era antes do ataque dos Estados Unidos e de Israel.A reportagem afirma que, apesar da perda de muitos líderes do país e da destruição de muitas instalações militares, o Irã provavelmente se beneficiou politicamente dos ataques.Na opinião dos representantes ocidentais, as ações dos EUA e de Israel prejudicaram a posição da chamada ala reformista dentro da liderança iraniana, cujos apoiadores acreditam que uma abordagem mais equilibrada nas relações com Washington traria benefícios a Teerã.Além disso, o Ministério das Relações Exteriores iraniano já havia anunciado uma visita de seu chefe, Abbas Araghchi, ao Paquistão, bem como a Omã e à Rússia, para discutir os esforços destinados a acabar com o conflito com os EUA e Israel.Em 28 de fevereiro, os dois países lançaram ataques contra alvos no Irã, causando danos e vítimas civis. Em 7 de abril, Washington e Teerã anunciaram um cessar-fogo de duas semanas.As negociações posteriores em Islamabad terminaram sem resultados conclusivos. Embora não tenha sido anunciada a retomada das hostilidades, os EUA iniciaram um bloqueio aos portos iranianos.
Os danos causados a bases militares dos Estados Unidos na região do Golfo Pérsico por ataques iranianos são mais graves do que foi divulgado publicamente, informou neste sábado (25) a emissora NBC, citando autoridades norte-americanas não identificadas.
Segundo a reportagem, os custos de reparo devem chegar a bilhões de dólares. As ofensivas atingiram depósitos, centros de comando, radares, hangares e aeronaves, em alguns casos forçando a evacuação de tropas e familiares.
Mais cedo, a emissora norte-americana informou ainda que Ocidente acredita que a posição do governo iraniano é agora mais estável do que era antes do ataque dos Estados Unidos e de Israel.
"Segundo disseram cinco funcionários, o regime agora é, por mais estranho que pareça, mais estável do que antes da guerra e se tornou um pouco mais duro", diz a publicação.
A reportagem afirma que, apesar da perda de muitos líderes do país e da destruição de muitas instalações militares, o Irã provavelmente se beneficiou politicamente dos ataques.
Na opinião dos representantes ocidentais, as ações dos EUA e de Israel prejudicaram a posição da chamada ala reformista dentro da liderança iraniana, cujos apoiadores acreditam que uma abordagem mais equilibrada nas relações com Washington traria benefícios a Teerã.
"Parece que os iranianos não estão com pressa para negociar", afirmam oficiais ocidentais com acesso a informações de inteligência sobre o Irã, conforme relata o canal de TV.
Além disso, o Ministério das Relações Exteriores iraniano já havia anunciado uma visita de seu chefe, Abbas Araghchi, ao Paquistão, bem como a Omã e à Rússia, para discutir os esforços destinados a acabar com o conflito com os EUA e Israel.
Em 28 de fevereiro, os dois países lançaram ataques contra alvos no Irã, causando danos e vítimas civis. Em 7 de abril, Washington e Teerã anunciaram um cessar-fogo de duas semanas.
As negociações posteriores em Islamabad terminaram sem resultados conclusivos. Embora não tenha sido anunciada a retomada das hostilidades, os EUA iniciaram um bloqueio aos portos iranianos.
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