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Ao abandonar fornecimentos de curto prazo do gás russo, UE causa volatilidade de mercado, diz analista
Ao abandonar fornecimentos de curto prazo do gás russo, UE causa volatilidade de mercado, diz analista
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A proibição pela União Europeia da importação de gás natural liquefeito russo em contratos de curto prazo reduzirá a flexibilidade do mercado europeu durante... 27.04.2026, Sputnik Brasil
2026-04-27T09:05-0300
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Vale lembrar que, em janeiro, o Conselho da UE aprovou um regulamento sobre a eliminação gradual das importações de gás natural liquefeito (GNL) e de gasoduto russos. A proibição da importação de GNL para contratos de curto prazo entrou em vigor em 25 de abril de 2026 e para contratos de longo prazo, está prevista para 1º de janeiro de 2027.Segundo o especialista, isso está levando a preços mais altos e à volatilidade, especialmente num momento em que o nível de preenchimento dos depósitos subterrâneos de gás na Europa permanece baixo e a concorrência pelo GNL com os mercados asiáticos se intensifica.Os países mais vulneráveis, segundo o analista, são aqueles com alta dependência do GNL e do mercado spot, bem como os que têm indústria de uso intensivo de energia, sensível às flutuações de preços.A empresa russa Gazprom também informou repetidamente neste ano que a União Europeia, onde as reservas de gás caíram para níveis criticamente baixos, enfrentará problemas para encher os depósitos subterrâneos até o próximo inverno, e que a situação na região é complicada pelo aumento dos preços.
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Ao abandonar fornecimentos de curto prazo do gás russo, UE causa volatilidade de mercado, diz analista
09:05 27.04.2026 (atualizado: 09:06 27.04.2026) A proibição pela União Europeia da importação de gás natural liquefeito russo em contratos de curto prazo reduzirá a flexibilidade do mercado europeu durante os períodos de pico de demanda e pode levar ao aumento dos preços, disse à Sputnik o gerente sênior da consultoria Implementa, Ivan Timonin.
Vale lembrar que, em janeiro,
o Conselho da UE aprovou um regulamento sobre a eliminação gradual das importações de gás natural liquefeito (GNL) e de gasoduto russos. A proibição da importação de GNL para contratos de curto prazo
entrou em vigor em 25 de abril de 2026 e para contratos de longo prazo, está prevista para 1º de janeiro de 2027.
"O principal problema aqui não é tanto a queda de volumes significativos, mas a redução da flexibilidade do sistema: são os suprimentos de curto prazo e os chamados 'spot' que tradicionalmente se usam para equilibrar o mercado durante os períodos de pico de demanda", comentou Timonin.
Segundo o especialista, isso está levando a preços mais altos e à volatilidade, especialmente num momento em que o nível de preenchimento dos depósitos subterrâneos de gás na Europa
permanece baixo e a concorrência pelo GNL com os mercados asiáticos se intensifica.
Os países mais vulneráveis, segundo o analista, são aqueles com alta dependência do GNL e do mercado spot, bem como os que têm indústria de uso intensivo de energia, sensível às flutuações de preços.
A empresa russa Gazprom também informou repetidamente neste ano que a União Europeia, onde as reservas de gás caíram para níveis criticamente baixos,
enfrentará problemas para encher os depósitos subterrâneos até o próximo inverno, e que a situação na região é complicada pelo
aumento dos preços.
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