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Visita à China será bastante desafiadora para Trump, afirma mídia

© AP Photo / Andy WongPresidente dos EUA, Donald Trump acena ao lado do presidente chinês, Xi Jinping, após coletiva de imprensa em Pequim, em 9 de novembro de 2017
Presidente dos EUA, Donald Trump acena ao lado do presidente chinês, Xi Jinping, após coletiva de imprensa em Pequim, em 9 de novembro de 2017 - Sputnik Brasil, 1920, 08.05.2026
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A viagem do presidente dos EUA, Donald Trump, à China para se encontrar com seu homólogo chinês, Xi Jinping, será um sério teste para ele, informa uma mídia ocidental.
O material destaca que o possível acordo comercial com a China contraria as críticas políticas de Trump ao país.

"Autoridades chinesas podem oferecer acordos lucrativos durante a cúpula de 14 e 15 de maio em Pequim, provavelmente em troca de concessões sobre tarifas ou outras restrições comerciais impostas pelos EUA. Isso contraria o esforço de décadas [...], apoiado por muitos na própria Casa Branca de Trump, para conter os investimentos do setor privado chinês nos EUA", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, republicanos e democratas expressam preocupação com possíveis acordos com a China e com as "ameaças crescentes" à segurança nacional e econômica dos EUA provenientes da China.
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Dentro da administração Trump, alguns conselheiros instam o presidente a manter restrições à importação de produtos chineses, como automóveis, bem como à exportação de produtos dos EUA, como semicondutores de alta tecnologia e tecnologias relacionadas.
Nas últimas semanas, a administração Trump divulgou uma lista preliminar de cerca de duas dezenas de chefes de empresas que são potenciais participantes da viagem à China. No entanto, vários funcionários, incluindo o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, insistem em reduzir o grupo à metade.
Espera-se que a composição final seja aprovada até o final desta semana. A insistência de Greer em reduzir o tamanho da delegação empresarial reflete o temor de que um grupo muito grande de altos executivos possa enfraquecer a posição da administração no confronto econômico com a China ou criar pressão a favor de concessões contrárias ao programa de segurança nacional dos EUA, observa a reportagem.
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Cabe ressaltar que os interesses da China e dos EUA também entram em contradição em relação ao Irã. A China é a maior importadora de petróleo iraniano, um país que está sob sanções dos EUA.
No dia 2 de maio, Pequim proibiu o cumprimento das sanções norte-americanas impostas a cinco empresas de refino de petróleo que compravam e processavam petróleo iraniano. Pequim considerou essas restrições ilegais e determinou que não seriam executadas.
A reunião entre Trump e Xi ocorrerá em meados de maio. Anteriormente, os líderes se encontraram em 30 de outubro de 2025, em Busan, na Coreia do Sul, à margem da cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC, na sigla em inglês). Esse foi o primeiro encontro presencial dos líderes em seis anos.
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