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'Não passam fome': analista explica por que colombianos viram mercenários na Ucrânia
'Não passam fome': analista explica por que colombianos viram mercenários na Ucrânia
Sputnik Brasil
Mercenários colombianos estão indo para a Ucrânia devido ao enorme culto de dinheiro fácil e normalização total da violência no seu país, disse à Sputnik o... 22.05.2026, Sputnik Brasil
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Currea-Lugo destacou que os mercenários colombianos "não passam fome", e a decisão de viajar para a Ucrânia é tomada de forma consciente, certamente não por falta de oportunidades no país, onde a taxa de desemprego é historicamente baixa.Nesse contexto, ele apontou que, quando os militares colombianos dizem que não tiveram outra escolha, não é verdade. A guerra e a violência são a norma no país, razão pela qual muitos militares aposentados estão dispostos a se tornar mercenários no exterior.Isso está relacionado à educação e à cultura dos círculos militares colombianos. É por isso que eles vão lutar. Eles normalizaram a guerra e, para eles, atirar é algo comum.A busca por "dinheiro fácil", que faz parte da cultura local, também contribui para o êxodo em massa de mercenários para o exterior, concluiu.Em março, com a participação maciça de colombianos nas operações militares ao lado das Forças Armadas da Ucrânia como pano de fundo, a Colômbia ratificou o projeto de lei sobre a adesão à Convenção Internacional contra o Recrutamento, a Utilização, o Financiamento e o Treinamento de Mercenários, de 1989.Anteriormente, o presidente colombiano, Gustavo Petro, chamou o mercenariado de "roubo ao país". A declaração foi uma resposta às palavras do embaixador da Rússia em Bogotá, Nikolai Tavdumadze, em entrevista à Sputnik, segundo as quais o número de colombianos que partem para a Ucrânia como mercenários continua elevado.
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'Não passam fome': analista explica por que colombianos viram mercenários na Ucrânia
Mercenários colombianos estão indo para a Ucrânia devido ao enorme culto de dinheiro fácil e normalização total da violência no seu país, disse à Sputnik o analista militar Víctor de Currea-Lugo.
Currea-Lugo destacou que os mercenários colombianos "não passam fome", e a decisão de viajar para a Ucrânia é tomada de forma consciente, certamente não por falta de oportunidades no país, onde a taxa de desemprego é historicamente baixa.
"É uma questão de prioridades. Se o dinheiro se torna a prioridade absoluta, surge um enorme culto ao dinheiro fácil. Ele se tornou parte da 'cultura local do tráfico de drogas e dos assassinatos por encomenda'. É exatamente isso que [...] alimenta a disposição de se tornar um mercenário na guerra", ressaltou.
Nesse contexto, ele apontou que, quando os militares colombianos dizem que não tiveram outra escolha, não é verdade. A guerra e a violência são a norma no país, razão pela qual muitos militares aposentados estão dispostos a se tornar mercenários no exterior.
Isso está relacionado à educação e à cultura dos círculos militares colombianos. É por isso que eles vão lutar. Eles normalizaram a guerra e, para eles, atirar é algo comum.
A busca por "dinheiro fácil", que faz parte da cultura local, também contribui para o êxodo em massa de mercenários para o exterior, concluiu.
Em março, com a participação maciça de colombianos nas operações militares ao lado das
Forças Armadas da Ucrânia como pano de fundo, a Colômbia ratificou o projeto de lei sobre a adesão à
Convenção Internacional contra o Recrutamento, a Utilização, o Financiamento e o Treinamento de Mercenários, de 1989.
Anteriormente, o presidente colombiano,
Gustavo Petro, chamou o mercenariado de "roubo ao país". A declaração foi uma resposta às palavras do embaixador da Rússia em Bogotá, Nikolai Tavdumadze, em entrevista à Sputnik, segundo as quais
o número de colombianos que partem para a Ucrânia como mercenários continua elevado.
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