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Degradação total: mídia explica por que os EUA não sustentariam uma guerra com a China

© AP Photo / Andy WongUma bandeira americana hasteada ao lado do emblema nacional chinês fora do Grande Salão do Povo em Pequim
Uma bandeira americana hasteada ao lado do emblema nacional chinês fora do Grande Salão do Povo em Pequim - Sputnik Brasil, 1920, 13.06.2026
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Os Estados Unidos não têm capacidade para sustentar um conflito prolongado com a China, escreve o jornal chinês South China Morning Post.
O jornal salienta que os EUA enfrentam problemas como aeronaves envelhecidas, escassez de peças de reposição, dificuldades de manutenção, falta de pessoal especializado e atrasos na implantação de aviões-tanque avançados.

"À medida que o país se aproxima de seu 250º aniversário no próximo mês, estudos sugerem que uma questão mais fundamental exige atenção em Washington: as Forças Armadas são capazes de fornecer suprimentos, sustentar operações e manter a comunicação de maneira confiável em caso de crise?", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, a frota de reabastecimento aéreo da Força Aérea dos EUA falhou consistentemente em atingir as metas de disponibilidade e capacidade operacional entre 2019 e 2025.
Oficiais da Marinha chinesa participam em um desfile de frota internacional na comemoração do 60º aniversário da fundação da Marinha do Exército de Libertação Popular da China, 23 de abril de 2009, em Qingdao, província de Shandong, China.  - Sputnik Brasil, 1920, 13.06.2026
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Aeronaves antigas, escassez de peças de reposição, problemas persistentes de manutenção, lacunas de conhecimento técnico e atrasos na implantação de tanques avançados prejudicaram gravemente a prontidão operacional.
Ao mesmo tempo, as falhas de equipamento são frequentes, deixando grande parte da frota de tanques incapaz de realizar missões críticas.
Essa deficiência é especialmente perigosa, pois os tanques de reabastecimento aéreo permitem que caças e bombardeiros norte-americanos alcancem teatros de operações distantes, como o Indo-Pacífico, e retornem à base, observa a reportagem.
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Se essa ponte de reabastecimento se romper, o poder aéreo norte-americano ficará efetivamente isolado, incapaz de operar nas vastas distâncias exigidas em um potencial conflito com a China, conclui o artigo.
Anteriormente, a mídia norte-americana informou que a Marinha chinesa enviou seus dois destróieres do Tipo 055 recém-comissionados, Anqing e Dongguan, para seus primeiros exercícios de treinamento de combate.
Segundo a publicação, após a incorporação do oitavo destróier do Tipo 055, o Xianyang, em abril de 2023, os navios Anqing e Dongguan entraram em serviço no início de março, tornando-se o nono e o décimo da classe, respectivamente. Os navios norte-americanos mais antigos apresentam limitações técnicas e dificuldades de modernização.
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