"Esperamos que os EUA possam (…) parar de considerar as relações entre as grandes potências através do prisma de confronto e cooperar com a Rússia e a China, bem como com a comunidade internacional para garantir a paz e a estabilidade internacionais", afirmou Geng.
Ele acrescentou que "não há segurança absoluta para nenhum país do mundo" e enfatizou que "a segurança de um país não pode ser garantida em detrimento da segurança de outros Estados".
Mais cedo, o Diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, Dan Coats, disse que a Rússia e a China representam ameaça aos EUA, inclusive no campo da segurança cibernética.
Além disso, ele declarou que "tanto a Rússia como a China continuam a desenvolver armas anti-satélites (ASAT) como meio de reduzir a eficácia militar dos Estados Unidos e seus aliados".