As marcas de 2,5 metros de comprimento e 30 centímetros de profundidade foram descobertas através de um robô enviado pelos pesquisadores do Centro Nacional de Oceanografia de Southampton, Reino Unido, informou o portal Express.co.uk.
Eles já excluíram a possibilidade de as marcas terem sido deixadas por exploração mineira ou operações cientificas e declararam que as marcas são demasiado grandes para ser causadas por animais ou peixes.
"A análise revelou que as depressões não estão distribuídas de forma aleatória, nem foram produzidas isoladamente, mas formam padrões curvilíneos […] que quase parecem pegadas", explicou Leigh Marsh, que liderou o grupo de cientistas.
Ela acrescentou também que o mais provável é as marcas pertencerem a baleias que mergulham a grandes profundidades.
Embora os grandes mamíferos aquáticos não sejam conhecidos por mergulhar tão fundo, rastros semelhantes encontrados por todo o mundo implicam que, em algumas ocasiões, as baleias podem mergulhar a uma profundidade de quatro quilômetros ou mais. Entretanto, há ufólogos que acreditam tratar-se de vestígios de uma civilização extraterrestre.