"A ação de hoje impõe restrições de visto a funcionários da República Popular da China que se acredita serem responsáveis ou cúmplices de políticas ou ações destinadas a reprimir praticantes religiosos e espirituais, membros de grupos étnicos minoritários, dissidentes, defensores dos direitos humanos, jornalistas, sindicalistas, organizadores da sociedade civil e manifestantes pacíficos na China e além [do território chinês]", disse o Departamento de Estado em comunicado.
A determinação vem em meio a uma posição de neutralidade do país asiático em relação à operação militar especial da Rússia na Ucrânia, cujo objetivo é "desmilitarizar" e "desnazificar" o país vizinho.
No sábado (19), a China informou que continua fiel à sua postura de "manter a paz e se opor à guerra" na política exterior, razão pela qual promove o diálogo entre a Rússia e a Ucrânia para cessar as hostilidades o mais cedo possível, disse no sábado (19) Wang Yi, ministro das Relações Exteriores chinês.