A declaração foi dada em uma entrevista concedida ao jornal Blick hoje (5).
"Se o objetivo das sanções era acabar com o conflito na Ucrânia o mais rápido possível, quero salientar que esse objetivo ainda não foi alcançado", disse Parmelin.
Ele destacou que a eficácia das sanções depende, em grande parte, de seu uso em conjunto com outras ferramentas políticas, diplomáticas e legais.
Parmelin alertou que os preços da energia podem subir ainda mais por causa das sanções contra a Rússia e nenhum dos países europeus tem uma solução definitiva para esta questão.
No final de fevereiro, a Rússia lançou uma operação militar especial na Ucrânia, depois das Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk (RPD e RPL) pedirem ajuda para se defenderem dos ataques ucranianos.
A Rússia disse que o objetivo de sua operação especial é "desmilitarizar e desnazificar" a Ucrânia. Em resposta à operação da Rússia, os países ocidentais lançaram uma ampla campanha de sanções contra Moscou e forneceram armas para a Ucrânia.
As sanções ocidentais resultaram em interrupções nas cadeias de suprimentos e levaram a um aumento nos preços da energia em todo o mundo.