O analista lembrou a constante expansão da OTAN para leste, apesar das preocupações legítimas da Rússia, e salientou que os EUA não conseguiram evitar as acusações de serem o principal "iniciador" do conflito no território da ex-república soviética.
"A crise ucraniana não é mais que o resultado de os Estados Unidos terem continuado colocando lenha na fogueira. Também é um conflito que foi provocado e agravado de maneira deliberada pelos EUA, a fim de manter a sua hegemonia. Embora os EUA estejam tentando fingir ser inocentes, não podem enganar a comunidade internacional", escreveu Linlin.
Conforme o especialista, os EUA estão interessados em desencadear um conflito contra a Rússia, já que desta maneira têm a oportunidade de fortalecer o seu controle sobre a Europa, usando como pretexto as medidas de retaliação tomadas por Moscou.
A operação militar especial na Ucrânia tem sido conduzida desde 24 de fevereiro. Segundo o presidente russo Vladimir Putin, o objetivo final da operação é libertar o Donbass e criar condições que garantam a segurança da própria Rússia. As forças aliadas já libertaram por completo a República Popular de Lugansk e uma parte significativa da de Donetsk, incluindo Volnovakha, Mariupol e Svyatogorsk.