Operação militar especial russa

Rússia está drenando o Ocidente com a ajuda do conflito ucraniano, diz colunista de rede árabe

Soldados ucranianos usam lançador com mísseis Javelin dos EUA durante exercícios militares na região de Donetsk, em 12 de janeiro de 2022
Segundo o articulista, parceiros ocidentais da Ucrânia começam a temer que o conflito prolongado seja uma armadilha.
Sputnik
O longo conflito na Ucrânia está drenando as capacidades econômicas e militares do Ocidente. É o que afirma Emil Amin, colunista da rede Al Arabiya.

"Os parceiros ocidentais da Ucrânia temem que o 'conflito prolongado' seja uma armadilha russa destinada a exaurir, militar e economicamente, o Ocidente", escreveu Amin.

Nas últimas semanas, muitos políticos ocidentais se posicionaram contra a manutenção do apoio contínuo ao regime de Kiev.
Um deles foi o primeiro-ministro da Polônia. Ele informou que seu país suspendeu o fornecimento de armas à Ucrânia para priorizar o aparato bélico de seu país.
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O ex-primeiro-ministro da Eslováquia Robert Fico, líder da oposição no país, também destacou a situação deplorável do Exército da Eslováquia por conta do apoio à Ucrânia. Ele prometeu cessar o envio de armas a Kiev caso vença as eleições parlamentares.
Nos Estados Unidos, um dos principais aliados do regime de Kiev, o apoio também começa a derreter. Congressistas americanos, em especial do Partido Republicano, têm se posicionado contra a aprovação de ajuda adicional à Ucrânia.
Lidando com a possibilidade de paralisação do governo por conta de falta de consenso em torno do orçamento do próximo ano fiscal, os congressistas se recusaram a aprovar o pacote adicional de US$ 24 milhões (R$ 119 milhões) à Ucrânia solicitado pela Casa Branca.
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