A assinatura ocorreu durante a Cúpula de Líderes do G20, no Rio de Janeiro, encerrada nesta terça-feira (19), e contou com a presença do ministro da Economia do Paraguai, Carlos Fernández Valdovinos, e do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
"Essa foi a primeira operação de financiamento a exportações de produtos de Defesa aprovada em mais de 13 anos pelo BNDES, marcando a retomada do banco no apoio à Base Industrial de Defesa [BID] brasileira. É um setor estratégico da Nova Indústria Brasil, por ser intensivo em tecnologia e gerador de inovações, com fabricação de produtos de alto valor agregado e geração de empregos de alta qualificação", declarou Mercadante durante a assinatura do contrato.
Ele destacou que os financiamentos do BNDES complementam o financiamento provido pelo mercado privado e possibilitam aos exportadores brasileiros concorrer no mercado externo em igualdade de condições com suas concorrentes.
Usado para ações de treinamento, reconhecimento e combate, o avião deve auxiliar o país vizinho na capacidade tecnológica de combate ao narcoterrorismo, segundo o BNDES.
Líder mundial em sua categoria, o A-29 Super Tucano já tem mais de 260 aeronaves desse tipo entregues e mais de 500 mil horas de voo, utilizado por 16 forças aéreas.
Além do A-29 Super Tucano, a Força Aérea Brasileira (FAB) fabrica o F-5M Tiger, o A-1 AMX e o Gripen, este último sendo o primeiro avião de combate produzido no Brasil, em conjunto com a sueca Saab, que deverá ter seu voo de inauguração em 2025.