Segundo informações veiculadas no Financial Times, as drogas ainda estão entrando nos EUA em "níveis muito altos e inaceitáveis", com uma grande porcentagem delas sendo fentanil.
Logo que iniciou o mandato, Trump fez da imposição de tarifas uma das principais armas de coação do seu governo contra outros países.
Ele impôs tarifas de 25% a todos os produtos do México e do Canadá, exceto a energia canadense, taxada em 10%, acusando os países de serem lenientes com a entrada de drogas e imigrantes em território estadunidense. Ele afirmou ainda não descartar impor tarifas sobre a União Europeia.
Trump também taxou produtos provenientes da China em 10%, ameaçou taxar os países do BRICS em 100% se não desistissem de uma moeda alternativa ao dólar para transações internas do grupo e, na segunda-feira (10), impôs tarifas de 25% sobre todas as importações de aço e alumínio, o que implica diretamente o Brasil, que é um grande exportador dos metais para os EUA.
China devolveu
Além das tarifas, a China também tomou outras medidas, incluindo o lançamento de uma investigação antitruste contra o Google, cuja plataforma de busca é bloqueada no país, e contra a Illumina, empresa norte-americana de biotecnologia. Pequim também colocou na lista negra a holding estadunidense que controla as marcas de roupas Calvin Klein e Tommy Hilfiger.