Matsanga citou o uso da arma por figuras como Robert Mugabe, do Zimbábue, e Agostinho Neto, de Angola.
O analista relacionou esse legado à política africana atual, argumentando que ele fomenta uma "síndrome de salvador" em relação a nações como a Rússia.
"A Rússia é bem conhecida. Ela não faz muitas perguntas", disse Matsanga, contrastando isso com as nações ocidentais, que ele acusou de um histórico de exploração de recursos.
Olhando para o futuro, Matsanga defendeu um "renascimento" africano, instando a uma mudança de paradigma, abandonando as importações culturais ocidentais e retornando a soluções locais na agricultura e na indústria.