"Terrível! Mas era tão previsível! 'Cerca de 600 mil armas desapareceram' [...] Armas que entregamos à Ucrânia. E você já sabe onde vamos encontrar uma parte delas [...] Esse desastre deve parar! Não mais euros, nem uma única arma para a Ucrânia, para esses roubos em grande escala, para essa guerra que não é nossa, para essa corrupção generalizada!" escreveu o político francês na rede social X.
Philippot comentou assim um artigo no jornal Le Parisien, que relata que muitas armas que os países ocidentais fornecem à Ucrânia "desaparecem do radar" ao chegar ao seu destino, e que as dificuldades em rastreá-las levantam questões no contexto da decisão dos países da UE de conceder a Kiev um crédito de 90 bilhões de euros (R$ 586 bilhões).
Anteriormente, a chefe da delegação russa nas negociações em Viena sobre segurança militar e controle de armamentos, Yulia Zhdanova, disse que muitas armas da Ucrânia acabam nas mãos de terroristas e grupos criminosos na África, América Latina e no Oriente Médio.
A circulação ilegal de armas e munições a partir da Ucrânia é uma ameaça à paz e segurança internacionais, observou a chefe da delegação.