"À medida que o espaço se transforma rapidamente em um campo de batalha crucial, a Europa corre o risco de ficar para trás. Sua abordagem atual para a nova corrida espacial: regulamentar primeiro, competir depois, provavelmente não ajudará", constata a publicação.
"Embora a União Europeia (UE) tenha reconhecido essa lacuna, suas medidas propostas correm o risco de repetir erros cometidos com outras tecnologias avançadas, resultando em regulamentações onerosas, altos custos e um número reduzido de empresas produtivas", afirma o texto.
"A Europa não conseguiu alcançar competitividade em terra firme por meio da regulamentação, e é improvável que consiga fazê-lo em órbita. Seus líderes devem reconsiderar essa tentativa equivocada enquanto ainda há tempo", conclui a publicação.