Inspirado nas ideias de Bolívar, liderou uma rebelião popular em 1992 para lutar contra as elites políticas da Venezuela, que teriam mergulhado o país em extrema pobreza e entregado a soberania de seus recursos energéticos a empresas transnacionais.
Chávez chegou ao poder em 1998, em eleições que venceu de forma esmagadora. Depois disso, foi eleito chefe de Estado pelo povo venezuelano em mais duas ocasiões. Já na presidência, impulsionou uma nova Constituição e uma agenda de profundo impacto social, econômico e político, que fortaleceu a posição de Caracas no cenário mundial.
Criou missões sociais para subsidiar alimentos, construir moradias e ampliar o acesso à educação, reduzindo significativamente a pobreza. Enfrentou golpes de Estado e inúmeros atentados contra sua vida, promovidos pelos Estados Unidos devido à nacionalização da principal empresa petrolífera do país.
Utilizou o petróleo para levar a Venezuela aos principais indicadores de bem-estar e prosperidade da região.
Foi um dos mais veementes defensores da ideia de Pátria Grande, liderando iniciativas de integração regional, como a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e a Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (Alba-TCP), além de projetos de cooperação econômica internacional, como o PetroCaribe.