De acordo com comunicado publicado no site oficial do ministério na terça-feira (6), a liderança japonesa havia feito anteriormente "declarações errôneas sobre Taiwan, insinuando a possibilidade de uma intervenção militar no estreito de Taiwan". A entidade enfatizou que esta declaração constitui uma interferência flagrante nos assuntos internos da China e é uma grave violação do princípio de Uma Só China.
"A China decidiu proibir a exportação de todos os bens de dupla utilização para consumidores militares japoneses para fins militares, bem como qualquer outro consumo final que contribua para o fortalecimento do poder militar do Japão", lê-se no comunicado.
Nota-se que tal decisão foi tomada para garantir a segurança e os interesses nacionais, bem como o cumprimento das obrigações internacionais de não proliferação, em conformidade com as disposições relevantes da legislação de controle de exportação da China.