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MPF dá 48 horas para Petrobras e Ibama esclarecerem vazamento de fluido na Margem Equatorial

O Ministério Público Federal (MPF) estabeleceu prazo de 48 horas para que o Ibama e a Petrobras prestem esclarecimentos sobre um vazamento de substância registrado no último fim de semana durante atividades de perfuração na bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá.
Sputnik
Os pedidos de informação foram encaminhados na terça-feira (6), logo após a repercussão inicial do caso na imprensa.
Nos ofícios, o MPF cobra, em caráter de urgência, dados detalhados sobre o episódio e o envio de documentos técnicos que permitam avaliar o ocorrido. A iniciativa está vinculada a um inquérito civil aberto em 2018, que apura a regularidade do licenciamento ambiental concedido pelo Ibama para empreendimentos da Petrobras na região.
Na terça-feira (6), a Petrobras confirmou que houve perda de fluido durante a perfuração do poço Morpho, situado a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá, na chamada Margem Equatorial brasileira. O vazamento foi detectado no domingo (4) e levou à interrupção imediata das atividades no local. A companhia ainda não divulgou previsão para a retomada dos trabalhos.
Em nota, a estatal afirmou que adotou os procedimentos de controle previstos e comunicou os órgãos responsáveis. Segundo a empresa, o fluido utilizado está dentro dos limites de toxicidade permitidos, é biodegradável e não representa risco ao meio ambiente nem à população.
A companhia acrescentou, ainda, que não houve falhas na sonda nem no poço, que seguem em condições seguras, e que o episódio não comprometeu a segurança da operação.
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