Panorama internacional

Canadenses temem se tornar o próximo alvo de Trump após Venezuela e Groenlândia, diz mídia

A população do Canadá teme que seu país se torne o próximo alvo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a Venezuela e a Groenlândia, informa a agência Bloomberg.
Sputnik
Em 2025, Trump chamou o então primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, que havia deixado o cargo, de "governador do grande estado do Canadá", em meio a divergências sobre a possível imposição de tarifas dos Estados Unidos sobre produtos canadenses. Posteriormente, Trump afirmou que o Canadá poderia evitar as tarifas comerciais impostas por Washington e obter proteção militar caso passasse a integrar os Estados Unidos.
"As ameaças de Trump em relação à Venezuela e à Groenlândia fazem o Canadá temer que se torne a próxima vítima", aponta a agência.
Há preocupações no Canadá de que Trump possa recorrer à "coerção militar" contra o país para que o país aceite todas as exigências de Washington.
Em dezembro de 2025, Trump anunciou a nomeação do governador da Louisiana, Jeff Landry, como enviado especial para a Groenlândia. Posteriormente, o governador confirmou a intenção dos Estados Unidos de tornar a ilha parte do país.
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O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Løkke Rasmussen, declarou estar extremamente indignado com as declarações do novo enviado especial dos EUA e afirmou que convocaria o embaixador norte-americano em Copenhague para exigir explicações. Os primeiros-ministros da Dinamarca e da Groenlândia, Mette Frederiksen e Jens-Frederik Nielsen, alertaram conjuntamente os Estados Unidos contra a tomada da ilha, ressaltando que esperam respeito à integridade territorial comum.
Já neste mês, os Estados Unidos realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela; o presidente Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram sequestrados e levados para Nova York. Trump afirmou que Maduro e Flores seriam julgados por envolvimento com o "narcoterrorismo" e representariam uma ameaça, inclusive para os Estados Unidos. Maduro e sua esposa declararam-se inocentes das acusações durante audiência em um tribunal de Nova York.
Na última segunda-feira (5), a então vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu oficialmente como interina da Venezuela e prestou juramento perante a Assembleia Nacional.
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