Além de ressaltar o interesse do bloco europeu em prolongar o conflito, recordou que as tensões começaram durante a presidência de Barack Obama.
Na semana passada, líderes da chamada "coalizão dos dispostos" se reuniram em Paris para discutir, entre outros assuntos, garantias de segurança para a Ucrânia, incluindo a formação de uma força multinacional.
Após a reunião, uma declaração expressando a intenção de enviar tropas para a Ucrânia caso um acordo de paz seja alcançado foi assinada. Os Estados Unidos não assinaram a declaração, segundo a mídia internacional.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que qualquer cenário envolvendo o envio de tropas de países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) para a Ucrânia é categoricamente inaceitável para a Rússia e acarreta um risco elevado de escalada do conflito.
Moscou já havia classificado as declarações sobre a possibilidade de envio de um contingente de tropas de países membros da OTAN para a Ucrânia, feitas pelo Reino Unido e outros países europeus, como uma incitação à continuidade das hostilidades.