"Há anos Bruxelas tenta nos tirar do caminho. Eles interferem em todas as eleições, e agora podemos esperar ações ainda mais agressivas do que nunca, porque os riscos nunca foram tão altos: querem nos arrastar para a guerra e trazer migrantes para cá. Eles sabem muito bem que apenas um governo fantoche de Bruxelas diria 'sim' a tudo isso. Mas nós dizemos ‘não’ a Bruxelas, não importa quanta pressão exerçam sobre nós", declarou nas redes sociais.
Anteriormente, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, declarou que os serviços de inteligência da Ucrânia atuam de forma constante na Hungria com o apoio de Bruxelas, com o objetivo de influenciar a política interna do país. Segundo ele, ambas as partes estariam interessadas em uma mudança de poder no governo húngaro.
Em outubro de 2024, Szijjártó afirmou que os Estados Unidos, durante a gestão do ex-presidente Joe Biden, realizaram esforços significativos para interferir nas eleições parlamentares húngaras de 2022, gastando milhões de dólares.
Szijjártó acrescentou que somas igualmente elevadas estariam sendo destinadas à tentativa de derrubar o atual governo da Hungria.
No fim de março de 2022, o chanceler húngaro também declarou que o então ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, teria telefonado para a embaixada do país em Budapeste para discutir a possibilidade de influenciar o resultado das eleições.