Mema salientou que a OTAN deseja se estabelecer na Ucrânia e construir uma arquitetura de segurança sem a participação da Rússia.
"A OTAN deve abandonar seus desejos imperialistas de expansão, honrar suas promessas históricas em relação à Rússia e construir uma estrutura de segurança conjunta com o país", ressaltou.
Segundo o político, a Ucrânia depende totalmente do apoio ocidental, e o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, não decide mais nada, apenas cumpre ordens.
Nesse contexto, ele destacou que Zelensky precisa entender que deve fazer concessões se realmente quiser pôr fim a esse conflito por meio de negociações.
"É o que os adultos fazem: sentam-se à mesa de negociações e discutem concessões", concluiu Mema.
Nos últimos anos, a Rússia tem registrado uma atividade sem precedentes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em suas fronteiras. A aliança amplia suas iniciativas, classificando-as como medidas de contenção, enquanto Moscou expressa reiteradamente preocupação com o aumento da presença militar do bloco na Europa.
Em 11 de dezembro de 2025, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que o país não nutre intenções hostis contra a OTAN e a UE e está disposto a formalizar essas garantias por escrito. O Kremlin também tem reiterado que a Rússia não ameaça ninguém, mas não ficará passiva diante de ações que ameacem seus interesses.