Arqueólogos encontraram no sítio restos que datam desde a era romana até a era moderna, com o mais antigo sendo uma estrutura quadrangular de postes de madeira datada do final do século I a.C. – início do século I d.C. Este edifício foi substituído por uma estrutura de alvenaria maior na era imperial.
Apenas as fundações permanecem, por isso a sua função exata é desconhecida, mas os arqueólogos acreditam que inicialmente foi uma habitação. Um grande forno, muito bem preservado, foi achado ao lado do edifício. Segundo datação por radiocarbono, o forno remonta aos séculos III e IV d.C., por isso trata-se de uma adição posterior, escreve The History Blog.
Adjacente ao prédio de alvenaria está um cemitério que esteve em uso desde o século IV até a primeira metade do século VI. Foram desenterradas cerca de 60 sepulturas individuais dispostas em fileiras.
Sepultamento encontrado em uma necrópole da Antiguidade Tardia no sudeste da França
© Foto / Inrap/Lisa Donati
Alguns dos enterrados tinham joias – pulseira de liga de cobre com cabeças de serpente nas pontas, braceletes de marfim, contas de âmbar – e também havia jarros de cerâmica, potes e tigelas como bens funerários.
Curiosamente, algumas das peças de cerâmica têm sinais de terem sido deliberadamente quebradas nos ritos funerários. Elas não foram esmagadas, mas cuidadosamente quebradas, por exemplo, o gargalo de um jarro foi arrancado do corpo.