Conforme publicado pela Folha de S.Paulo, os nomes a serem pensados são Fernando Haddad (Fazenda), Geraldo Alckmin (Desenvolvimento e vice-presidente do Brasil), Marina Silva (Meio Ambiente) e Simone Tebet (Planejamento).
Para concorrer nas próximas eleições, eles devem deixar os respectivos cargos até abril, tempo limite da janela de descompatibilização. A única exceção é Alckmin, que ainda poderá seguir como vice-presidente da República.
De acordo com a apuração da Folha de S.Paulo, estes quatro nomes devem se dividir na busca por duas cadeiras no Senado e na chapa que concorrerá diretamente contra Tarcísio pelo governo do estado. Ainda não há informações de quem ocupará cada posto nesta empreitada do PT.
Para fazer este projeto acontecer, Tebet deve deixar o MDB, enquanto Marina já está de saída do Rede. Haddad e Alckmin, por outro lado, são resistentes a concorrerem nestas eleições.
O presidente do diretório estadual do PT, Kiko Celeguim, afirmou que esta pesquisa mostra que "essa é uma configuração que tem condições de incomodar muita gente no campo adversário".
"Os dados mostram falta de identidade das marcas do governo Tarcísio. Ele é basicamente identificado pelo seu bolsonarismo. Isso explica por que ele recuou rapidamente e remarcou sua visita a Bolsonaro na prisão. Se ele perder o apoio do ex-presidente, ele derrete."