"Isso se aplica integralmente às chamadas forças multinacionais que a chamada coalizão dos dispostos, liderada por Londres e Paris, quer criar. Tais 'forças' não trarão a paz nem garantirão a segurança. Pelo contrário, elas minam os esforços de paz e representam uma ameaça direta à segurança tanto da Rússia quanto da Europa."
Segundo Polishchuk, Kiev ainda não respondeu à proposta de Moscou de estabelecer um centro bilateral de monitoramento e controle do cessar-fogo e grupos de trabalho, nem respondeu à disposição da Rússia de elevar o nível das delegações nas negociações de Istambul.
"Desde julho de 2025, Kiev ainda não respondeu às nossas propostas para um centro bilateral de monitoramento e controle do cessar-fogo e três grupos de trabalho, nem à nossa disposição de elevar o nível das delegações. Em resumo, a responsabilidade está nas mãos da Ucrânia."
A justificativa apresentada pelo Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia, por sua vez, para a suspensão das negociações em Istambul é, supostamente, a falta de "progresso tangível". O diretor classifica a afirmação como inverossímil.
"Continuamos abertos ao diálogo e apreciamos muito a hospitalidade da Turquia. Em novembro de 2025, o Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia anunciou a suspensão das negociações em Istambul, supostamente devido à falta de 'progresso tangível'. Isso me parece inverossímil."
Atualmente, delegações da Rússia, Estados Unidos e Ucrânia se reúnem em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para discutir um cessar-fogo para o conflito no leste europeu.