"Nós sentimos que a situação está se aquecendo, e em breve vamos falar sobre a ruptura com Bruxelas, porque foi uma total loucura aceitar as demandas de Zelensky. Ursula se superou", disse o político francês.
De acordo com Philippot, se a Ucrânia for admitida na UE, a França deve considerar sair da organização para não suportar Kiev sobre si.
"Nem um euro, nem um soldado na Ucrânia. Vamos sair desta [aventura], e depois da União Europeia", conclui Philippot.
Na sexta-feira passada (23), Ursula von der Leyen apresentou um roteiro para o desenvolvimento da Ucrânia. Nele, Bruxelas aceita todas as exigências da Ucrânia: US$ 800 mil milhões para Kiev, adesão acelerada à UE até 2027, mais ajuda até 2040.
Em junho de 2022, a União Europeia (UE) concedeu à Ucrânia e à Moldávia o estatuto de países candidatos. A UE reconheceu repetidamente que tal decisão foi em grande parte simbólica, a fim de apoiar os referidos países no seu confronto com Moscou. Enquanto isso, o porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov chamou a adesão à UE um direito soberano de Kiev.