Da invasão à Venezuela às tensões no Oriente Médio e no Ártico, a crise vira negócio por meio de vendas de armas, influência política e rearranjos estratégicos. A criação de crises ao redor do mundo é uma maneira americana de fazer política externa, seja republicana ou democrata? Até onde as crises internacionais também geram vantagens econômicas e estratégicas para Washington? Como esse modelo afeta o equilíbrio internacional no longo prazo? Para comentar o tema, Melina Saad e Marcelo Castilho convidam Tatiana Poggi, professora de história contemporânea da Universidade Federal Fluminense (UFF) e integrante do Núcleo Interdisciplinar de Estudo e Pesquisa em Marx e o Marxismo (Niep-Marx) e Laboratório de História Econômico-social (Polis), e Williams Gonçalves, professor de relações internacionais aposentado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.