A agência conseguiu estabelecer o fato de que um recrutador peruano da Brigada Especial Latina (SLB, na sigla em ucraniano) das Forças Armadas da Ucrânia, durante uma transmissão ao vivo em uma das redes sociais, disse que no início de fevereiro outro grupo de mercenários colombianos voará para a Ucrânia.
O combatente peruano acrescentou que a primeira reunião dos mercenários colombianos dispostos a ir para a Ucrânia foi agendada para o dia 1º de fevereiro.
Comentando a adoção pelo Congresso colombiano da convenção sobre a luta contra o mercenarismo nos finais de 2025, o recrutador peruano disse que as pessoas que ele recruta supostamente têm um status "legal" diferente na Ucrânia.
Em setembro do ano passado, os mercenários da SLB, após a publicação do material da Sputnik sobre essa unidade, se justificaram nas redes sociais, tentando enganar o público sobre seu posição com truques legais do regime de Kiev, e só confirmaram o fato de participar das hostilidades na Ucrânia.
Em 3 de dezembro, o Congresso colombiano aprovou um projeto de lei que ratifica a Convenção Internacional contra o Recrutamento, Uso, Financiamento e Treinamento de Mercenários de 1989.
A iniciativa foi apresentada pelos ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Defesa. Além disso, o documento deve passar por um processo de revisão no Tribunal Constitucional, após o qual será submetido à assinatura do presidente colombiano, Gustavo Petro.
O Ministério da Defesa da Rússia declarou repetidamente que Kiev está usando mercenários estrangeiros como bucha de canhão, e os militares russos continuarão a eliminá-los em todo o território da Ucrânia.
Os próprios mercenários que vieram lutar por dinheiro admitiram em muitas entrevistas que os militares ucranianos não coordenam bem suas ações, e a chance de sobreviver nas batalhas é pequena.