O incidente teve início por volta das 14h, mas os efeitos foram sentidos ao longo das próximas duas horas. O problema forçou a operação com velocidade reduzida e maior tempo de parada entre as estações Jabaquara e Tucuruvi.
Por se tratar de um nó logístico central, o problema na Luz rapidamente transbordou para outros eixos do sistema.
A linha 3 (vermelha) operou sob restrições devido ao represamento de passageiros e à saturação das plataformas de integração.
Já a linha 2 (verde) teve lentidão acentuada a partir das 14h00, reflexo do fluxo atípico nas estações de transferência Ana Rosa e Paraíso.
Resposta operacional
Em nota, o Metrô informou que equipes de manutenção trabalham na remoção do trem avariado. Embora os reparos tenham sido iniciados de imediato, a companhia alertou que a normalização total dos intervalos pode ser demorada devido ao chamado "efeito cascata", que desajusta o carrossel de trens em toda a malha.
Até o fechamento deste boletim, o sistema Plano de Atendimento entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência (PAESE) não havia sido acionado, mantendo a operação restrita aos trilhos.
A recomendação oficial nesses casos é que usuários monitorem os canais digitais antes de prosseguirem com seus deslocamentos.