Embora represente uma alta de 6,79% em relação ao piso anterior, o acréscimo real de R$ 103 é visto por muitos como insuficiente diante do custo de vida atual. Desde 1º de janeiro de 2026, esse valor passou a nortear os pagamentos de trabalhadores, aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Contudo, o aumento levanta uma questão urgente e humanitária: como garantir a sobrevivência básica em um cenário onde os preços parecem subir muito mais rápido que o piso nacional? Para debater o tema, Thaiana de Oliveira e Rafael Costa recebem Paulo Jager, supervisor técnico do escritório do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) do Rio de Janeiro; e Clara Brenck, pesquisadora associada do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made) e professora de economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.