Países que detêm grandes reservas do mineral, como Chile, Bolívia, Argentina e Austrália, poderiam unir-se para coordenar produção, preços e exportações, de forma semelhante ao que faz a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) no setor petrolífero? Quais seriam os impactos econômicos e geopolíticos de uma coordenação internacional da produção de lítio? Para comentar o tema, Melina Saad e Marcelo Castilho convidam Marcos Baroncini Proença, professor da Escola Superior Politécnica do Centro Universitário Internacional Uninter; e Mário Tito Almeida, professor de relações internacionais da Universidade Federal do Pará (UFPA). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.