Segundo ele, desde 1959, a partir do momento da vitória da Revolução Cubana, 13 presidentes norte-americanos impuseram e mantiveram sanções, bloqueios, medidas coercitivas unilaterais, o que foi considerado uma agressão contra o povo da Ilha da Liberdade.
Além disso, Guerra lembrou que nos Estados Unidos opera um "lobby anticubano" com sede em Miami, que também organiza vários métodos de agressão contra Cuba.
No entanto, o especialista político destacou que Cuba adquiriu experiência para resistir às ações hostis dos Estados Unidos e, graças à experiência acumulada ao longo de décadas, são capazes de resistir a essas crises e ameaças para prejudicar a ilha.
"Cuba é muito resiliente e capaz de resistir a crises e, graças a essa vasta experiência acumulada, sabe resistir e lutar. Cuba faz isso com dignidade, preservando a soberania", observou.
O especialista explicou que o governo norte-americano vive agora uma crise sistêmica e estrutural que se acumulou ao longo de décadas e, às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA, está recorrendo a ferramentas típicas da chamada "guerra híbrida".
Em 29 de janeiro, o presidente estadunidense Donald Trump assinou um decreto, segundo o qual os Estados Unidos podem impor tarifas de importação sobre mercadorias de países que vendem ou fornecem petróleo a Cuba, e também declarou estado de emergência, citando a ameaça à segurança nacional supostamente emanada de Havana.