Mundioka

O BRICS vai ao cinema

O cinema brasileiro vive um de seus melhores momentos, com prêmios internacionais para os filmes "Ainda estou aqui" e "O agente secreto", e a adoção da cota de telas para estimular a produção nacional.
Sputnik
A Índia mantém a força histórica de Bollywood, uma das maiores máquinas cinematográficas do mundo. A China se consolida como o maior mercado global de cinema, com bilheterias que já superam as da América do Norte. Já a Rússia preserva uma tradição sólida herdada da era soviética, mas enfrenta hoje limitações impostas pelas sanções, com sua produção concentrada sobretudo em circuitos internos e mostras especiais. Visando uma maior cooperação cultural entre os países-membros, o Festival de Cinema do BRICS acompanha a variedade das indústrias audiovisuais do agrupamento. Como cada país toca suas produções? De que forma esse festival pode ajudar a construir um mercado próprio, capaz de valorizar narrativas fora do eixo ocidental e ampliar a diversidade de vozes no circuito global? Para comentar o tema, Melina Saad e Marcelo Castilho convidam Rafael de Luna Freire, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e vice-diretor do 4º Festival de Cinema do BRICS, em 2019; e o cineasta João Amorim. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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