A revista salienta que os caças de quinta geração Su-57 apresentam avançadas atualizações de aviônicos, especificando que o caça russo amplia suas capacidades de missão, com forte foco na integração aprimorada de armas e flexibilidade operacional.
"As operações de combate no teatro ucraniano incluíram supressão da defesa antiaérea, combate ar-ar e operações em espaço aéreo inimigo fortemente defendido, bem como uma série de missões de ataque de precisão, colocando o Su-57 em uma liga à parte entre os caças de sua geração no que diz respeito ao grau de testes em combate a que foi submetido", ressalta a matéria.
Ao mesmo tempo, a publicação aponta que o caça tem alto potencial em termos de exportações para os parceiros estrangeiros de Moscou.
Em particular, a Military Watch elabora que, em novembro de 2025, foi confirmada a entrega do Su-57 à Força Aérea da Argélia, com os pedidos do país africano sendo considerados fundamentais para financiar a expansão das instalações de produção.
Além disso, o artigo enfatiza que as negociações em andamento com a Índia para a celebração de um acordo sobre a produção licenciada do Su-57 estão em estágio avançado.
Dessa forma, o material sublinha que o lado indiano poderia comprar cerca de 140 caças Su-57 no futuro próximo.
"A capacidade da Rússia de produzir caças rapidamente continua fundamental para que o programa obtenha encomendas da Índia e de outros clientes potenciais", acrescenta a revista.
Nesse contexto, a publicação destaca que Moscou está se preparando para mudar da produção básica do Su-57 para a variante atualizada Su-57M1, com melhorias contínuas no projeto.
Portanto, o material conclui que os esforços contínuos para atualizar o Su-57 e aumentar sua produção ganharam prioridade em meio à escalada das tensões entre a Rússia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte e às novas perspectivas de parcerias técnico-militares.
O Su-57 é um caça multifuncional russo de quinta geração desenvolvido pela empresa Sukhoi. A aeronave foi projetada para destruir todos os tipos de alvos aéreos, terrestres e de superfície. Anteriormente, Sergei Chemezov, diretor-geral da estatal russa Rostec, salientou que o Su-57 não é inferior em qualidade ao seu análogo norte-americano, o F-35.