Conforme publicado pelo G1, Campos destacou que é importante para o partido ter Alckmin no primeiro escalão do governo federal.
"Para o partido é importante a manutenção do vice-presidente Geraldo Alckmin na chapa. Ele sabe que para o nosso partido é muito importante essa construção. Tenho certeza que os dois vão construir da melhor forma."
Há semanas, a mídia divulga que Lula e aliados estudam a melhor utilização de Alckmin nas eleições de 2026. Existe uma expectativa de que o ex-governador de São Paulo concorra a algum cargo no estado, seja ao Senado ou ao Palácio dos Bandeirantes.
Além de vice-presidente, Alckmin é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, cargo que ele deverá deixar até abril, tempo limite da janela de descompatibilização para concorrer nas próximas eleições.
Não só Alckmin, mas Fernando Haddad (Fazenda), Marina Silva (Meio Ambiente) e Simone Tebet (Planejamento) podem pintar nas eleições paulistas para fazer frente à tentativa de reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) para o governo do estado, além de dar robustez ao palanque de Lula no estado mais populoso do Brasil
O Jornal de Brasília, por sua vez, publicou que o MDB e o PT discutem nos bastidores de Brasília a indicação de algum nome para a confecção da chapa liderada pelo petista em outubro. O partido, considerado um dos alicerces do centrão, nega que o tema esteja em discussão formal.
Na última segunda-feira (9), o presidente nacional do MDB, o deputado federal Baleia Rossi, se reuniu com Tarcísio em São Paulo para costurar a aliança estadual para o pleito de outubro. Embora os alinhamentos nacionais possam ser diferentes, a confirmação da proximidade com o governador do Republicanos pode sinalizar um afastamento do governo federal.